Diretor pede demissão depois de relatório final sobre desaparecimento do voo MH370

4 anos após o desaparecimento da aeronave empresa apresenta documento que cumpina no pedido de demissão do Diretor Azharuddin Abdul Rahman, por conta do desaparecimento da aeronave MH370...

4 anos após o desaparecimento da aeronave empresa apresenta documento na segunda dia 30, onde aponta que a empresa não foi capaz de determinar a causa do desaparecimento do MH370 em Março de 2014.

Matéria por Valter Silva

A empresa entregou a imprensa e aos parentes das vítimas, o ministério de transportes, informou que os investigadores do sumiço da aeronave Boeing 777 não foram capazes de “determinar a verdadeira causa do desaparecimento do MH370”, que levava 239 pessoas a bordo.

A equipe que investigava o ocorrido era composta por 19 pessoas de 8 nações diferentes, não descartou que poderia ter ocorrido uma participação de terceiros no desaparecimento. Tudo indica que o avião que decolou da cidade de Kuala Lumpur capital da Malásia com destino a Pequim, mudou sua rota e caiu no Sul do oceano Índico, até hoje a aeronave não foi encontrada.

O documento aponta diversas falhas dos controladores aéreos da Malásia  e no Vietnã, o que mais chama atenção é o protocolo de “fases de emergência”, deficiência no acompanhamento continuo por radar e demora no contato com as autoridades militares da Malásia, além de falhas na comunicação com o controle de trafego aéreo, como a aeronave jamais foi encontrada, não se consegue analisar as informações contidas nas caixas pretas e saber o que acontecia dentro da cabine do comandante.

“O relatório informa que o controle aéreo não respeitou os procedimentos operacionais habituais”, declarou o agora, ex-diretor-geral da Aviação Civil da Malásia, Azharuddin Abdul Rahman, “em consequência, é com pesar e depois de refletir que decido me demitir”, que pretende se afastar totalmente das funções em até duas semanas.

As buscas eram lideradas pela Austrália, não foram encontrados destroços do avião em um rastro de 120.000 quilômetros quadrados varridos do oceano Índico, e as investigações foram suspensas em Janeiro de 2017. Até hoje apenas três fragmentos da aeronave foram encontrados, na costa ocidental do Índico.

Até hoje esse é um dos maiores acidentes aéreos indecifráveis da história da aviação.

Fonte: G1
TVI24
Jornal do Brasil
Jornal I

 

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