Boeing reafirma confiança na volta do 737 Max em 2019

CEO Dennis está confiante que o 737 MAX retorne a voar neste ano.

A Boeing espera que as aeronaves 737 Max voltem a voar antes da virada do ano. É o que a fabricante previu em seus resultados do terceiro trimestre do ano, na voz de seu presidente e CEO, Dennis Muilenburg.

“Nossa prioridade máxima ainda é o retorno seguro do 737 Max, e nosso progresso é palpável neste tema”, afirma o líder da Boeing. “Também estamos tomando medidas para melhorar ainda mais a segurança em produtos e serviços, e continuamos a seguir nosso compromisso com clientes, capturando novas oportunidades com nossos valores em segurança, qualidade e integridade antes de tudo”, completa Muilenburg.

A empresa assume que a aprovação regulatória para o Max voltar a voar acontecerá no quarto trimestre de 2019 e que vai gradualmente aumentar a taxa de produção do 737 de 42 por mês a 57 por mês até o fim de 2020.

O B737 Max não voa por nenhuma companhia aérea desde março deste ano, quando caiu uma aeronave deste modelo a serviço da Ethiopian Airlines, o segundo em um espaço de aproximadamente quatro meses, já que em novembro de 2018 também houve um acidente com a Lion Air.

GOL ESPERA A VOLTA DO 737 MAX

No Brasil, a volta do Max é muito esperada principalmente pela Gol. A companhia conta com o modelo para atuar plenamente em voos Cancun, Lima, Quito, Miami e Orlando, voos anunciados justamente pela chegada destes Boeing que têm maior autonomia em comparação aos 737 que compõem a frota padronizada da aérea brasileira. Os voos hoje são feitos com o 737 NG, com paradas técnicas.

Vale lembrar que a Gol foi uma das primeiras companhias no mundo a barrar as aeronaves após o segundo acidente, antes mesmo da proibição ser imposta.

É importante ressaltar também, que a companhia tem diálogo próximo com a Anac, e que a Associação Nacional de Aviação Civil foi convocada pela FAA e participa do processo de certificação do modelo.

 

 

RESULTADOS DA BOEING EM 2019

A Boeing registrou US$ 19,9 bilhões de receita no terceiro trimestre, 21% menos do que os US$ 25,1 bilhões do mesmo período do ano passado. No acumulado de nove meses do ano, a receita da fabricante norte-americana foi de US$ 58,6 bilhões, 19% abaixo dos US$ 72,7 bilhões do período de janeiro a setembro de 2018.

Fonte: Panrotas

 

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